Tupi · Nº 100
Encanto do Boto
Inspirada em: No poder de sedução do Boto Encantado, que leva as moças da festa para o rio.

Uma dança com o moço de chapéu branco e você o segue até o rio.
- Raridade
- Rara
- Categoria
- Magia
- Efeito
- Assuma o controle de um monstro do oponente; ele volta ao dono no fim do seu turno.
O mito
Na lenda amazônica, o boto sobe do rio nas noites de festa transformado num rapaz de branco, de chapéu na cabeça, e encanta as moças com a sua dança e a sua conversa. Quem cai no encanto do boto, dizem, segue o moço até a beira do rio e só depois percebe o que aconteceu. A lenda também serviu, ao longo do tempo, para explicar gravidezes sem pai conhecido nas comunidades ribeirinhas. Esta magia é uma criação do MYTHENOR inspirada nesse poder: por um momento, o adversário esquece de quem é e segue o chamado do boto.
Por que tem esse poder
Magia rara de controle: você toma o monstro mais forte do adversário por um turno e o usa como se fosse seu. É o encanto do boto na festa: o mais forte do salão dança com você até o amanhecer. Ótima para virar um duelo, atacando com a própria arma do inimigo.
Curiosidade
O chapéu do boto, dizem, serve para esconder o orifício de respirar que ele guarda no alto da cabeça.
Ligações
- No deck de Dona Benedita, Benzedeira do Sertão
- No deck de Grande Pajé Ybytu
- No deck de Jaci-Miri, a Sentinela da Mata
Onde conseguir
- Oferenda Diária: 0,11% por pacote (Rara 2,8% por carta)
- Pacote do Viajante: 0,69% por pacote · 5,2% no pacote temático (Rara 7% por carta)
- Relicário de Bronze: 0,78% por pacote · 5,8% no pacote temático (Rara 8% por carta)
- Relicário de Prata: 1,3% por pacote · 9,5% no pacote temático (Rara 15% por carta)
- Relicário de Ouro: 2% por pacote · 14% no pacote temático (Rara 25% por carta)
- Vitrine diária: Aparece em cerca de 1,5% dos dias · 400 gemas
- Criar com pó de cartas: 600 de pó
- Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).
Fontes
- Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo
- Boto-cor-de-rosa — Wikipédia