Tupi · Nº 071
Matinta Perera
Mito real

Assobia na noite. Promete-se tabaco a ela, e ela vai embora.
- Raridade
- Comum
- Categoria
- Monstro
- ATK
- 1100
- DEF
- 900
- Nível
- 3
- Tipo
- Feiticeiro
- Elemento
- Trevas
- Constelações
- Lua · Raposa
O mito
A Matinta Perera é uma das figuras mais conhecidas do folclore do Pará. Durante o dia, é uma senhora comum, muitas vezes solitária; à noite, vira pássaro ou se cobre de preto e sobrevoa as casas, pousa nos muros e telhados e assobia um som agudo e insistente. Os moradores, cansados, prometem-lhe tabaco, café, cachaça ou peixe para que ela vá embora. No dia seguinte, uma velha bate à porta pedindo o que foi prometido, e quem não cumpre sofre azares. Ela passa a maldição de mãe para filha ou para a mulher que aceitar o dom.
Por que tem esse poder
Comum de nível 3, ATK 1100 e DEF 900. É Feiticeira do elemento Trevas, com Lua e Raposa: a noite e a astúcia da promessa cobrada. Sozinha é pequena, mas fundida com qualquer Ave vira a Matinta Perera em Forma de Rasga-Mortalha, de ATK 2250.
Curiosidade
O escritor Frederico José de Santana Néri registrou a Matinta Perera ainda no século XIX.
Ligações
- Funde-se em: + Ave → Matinta Perera em Forma de Rasga-Mortalha
- No deck de Dona Benedita, Benzedeira do Sertão
- No deck de Grande Pajé Ybytu
Onde conseguir
- Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
- Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
- Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
- Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
- Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
- Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
- Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
- Criar com pó de cartas: 40 de pó
- Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).
Fontes
- Matinta Perera — Wikipédia
- Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo