Tupi · Nº 063

Pisadeira do Telhado

Mito real

Pisadeira do Telhado
Espera no telhado quem foi dormir de barriga cheia.
Raridade
Comum
Categoria
Monstro
ATK
1000
DEF
900
Nível
3
Tipo
Morto-Vivo
Elemento
Trevas
Constelações
Lua · Escaravelho

O mito

A Pisadeira é uma assombração do interior de São Paulo e de partes de Minas Gerais. É descrita como uma mulher muito magra, de dedos compridos e secos, unhas enormes, nariz grande e olhos vermelhos, que nunca sorri, só solta uma gargalhada aguda. Ela fica escondida nos telhados e espera quem foi dormir de barriga cheia e de barriga para cima. Então desce e pisa ou senta com força no peito da pessoa, que fica acordada, mas sem conseguir se mexer. Hoje se entende que a lenda dá nome a um fenômeno real do sono, a paralisia do sono.

Por que tem esse poder

Comum de nível 3, ATK 1000 e DEF 900: pequena, mas pesada na hora certa. É Morta-Viva do elemento Trevas, que ataca no escuro do quarto. Lua é a noite; Escaravelho, a marca dos mortos-vivos da região. É uma das três oferendas do Rito da Encruzilhada de Sexta-Feira, que chama a Mula-sem-Cabeça.

Curiosidade

Figuras parecidas aparecem no mundo todo para explicar a paralisia do sono, como a velha que monta no peito em várias tradições.

Ligações

  • No deck de Dona Benedita, Benzedeira do Sertão

Onde conseguir

  • Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
  • Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
  • Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
  • Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
  • Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
  • Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
  • Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
  • Criar com pó de cartas: 40 de pó
  • Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).

Fontes

  1. Pisadeira (folclore) — Wikipédia
  2. Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo