Tupi · Nº 055
Caipora, Senhora dos Bichos
Mito real

Peça licença antes de caçar. Ou ela escolhe a caça por você.
- Raridade
- Épica
- Categoria
- Monstro
- ATK
- 2700
- DEF
- 2600
- Nível
- 8
- Tipo
- Espírito
- Elemento
- Terra
- Constelações
- Fogo-Fátuo · Raposa
O mito
Caipora vem do tupi caá-pora, "habitante do mato". É a protetora dos animais da floresta, descrita como um ser pequeno e peludo que anda montado num porco-do-mato, conduzindo a vara com um bastão. Ela castiga quem caça demais, mata filhotes ou desrespeita os acordos da mata: faz o caçador se perder, espanta a caça, estraga as armas. Para ter boa caçada, a tradição manda deixar fumo num tronco e pedir licença. No Nordeste, dizer que alguém "está com caipora" é dizer que anda com azar prolongado. Em muitos lugares, Caipora e Curupira se confundem.
Por que tem esse poder
Épica de nível 8, ATK 2700 e DEF 2600: forte e muito resistente, como a mata que ela protege. É Espírito do elemento Terra, dona dos bichos. Fogo-Fátuo e Raposa são as luzes e as artimanhas que confundem o caçador. Fundida com a Preguiça-Gigante Ancestral, vira o Mapinguari.
Curiosidade
Estudiosos como Câmara Cascudo e Gilberto Freyre escreveram sobre a Caipora como parte importante da cultura brasileira.
Ligações
- Funde-se em: + Preguiça-Gigante Ancestral → Mapinguari, o Guardião de Um Só Olho
Onde conseguir
- Oferenda Diária: 0,012% por pacote (Épica 0,15% por carta)
- Pacote do Viajante: 0,045% por pacote · 0,2% no pacote temático (Épica 0,24% por carta)
- Relicário de Bronze: 0,18% por pacote · 0,83% no pacote temático (Épica 1% por carta)
- Relicário de Prata: 0,49% por pacote · 2,2% no pacote temático (Épica 3% por carta)
- Relicário de Ouro: 0,91% por pacote · 4,1% no pacote temático (Épica 6% por carta)
- Vitrine diária: Aparece em cerca de 2,6% dos dias · 1.500 gemas
- Criar com pó de cartas: 2.400 de pó
- Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).
Fontes
- Caipora — Wikipédia
- Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo