Tupi · Nº 046
Caboclo d'Água
Mito real

Protege o rio. Vira o barco de quem não pede licença.
- Raridade
- Rara
- Categoria
- Monstro
- ATK
- 2200
- DEF
- 2100
- Nível
- 6
- Tipo
- Besta-Guerreira
- Elemento
- Água
- Constelações
- Lua · Raposa
O mito
O Caboclo d'Água é o guardião do rio São Francisco no folclore brasileiro. Os barqueiros contam que ele vira canoas, levanta ondas perigosas e afoga quem o desrespeita. É descrito como um ser baixo, forte, de pele bronzeada, às vezes com um só olho na testa; outros dizem que ele é enorme, como uma casa se movendo sob a lua. Mas pode ser bom: quem lhe oferece fumo ganha ajuda na pesca. Para se proteger, os ribeirinhos colocavam facas no fundo das canoas. As famosas carrancas das barcas do São Francisco também são associadas à proteção contra os perigos do rio.
Por que tem esse poder
Rara de nível 6, ATK 2200 e DEF 2100: poderoso e equilibrado, como um guardião que tanto protege quanto castiga. É Besta-Guerreira do elemento Água. Lua é a noite em que vira os barcos; Raposa, o humor imprevisível de quem pode ajudar ou afogar.
Curiosidade
Em Juazeiro, na Bahia, uma estátua de doze metros do Caboclo d'Água foi erguida em 2003.
Ligações
Onde conseguir
- Drop da campanha: Jaci-Miri, a Sentinela da Mata (Coração da Mata) — nota D: 17%
- Drop da campanha: Kaelmyr, o Devorador de Panteões (O Vazio Entre Mitologias) — nota D: 17%
- Oferenda Diária: 0,11% por pacote (Rara 2,8% por carta)
- Pacote do Viajante: 0,69% por pacote · 5,2% no pacote temático (Rara 7% por carta)
- Relicário de Bronze: 0,78% por pacote · 5,8% no pacote temático (Rara 8% por carta)
- Relicário de Prata: 1,3% por pacote · 9,5% no pacote temático (Rara 15% por carta)
- Relicário de Ouro: 2% por pacote · 14% no pacote temático (Rara 25% por carta)
- Vitrine diária: Aparece em cerca de 1,5% dos dias · 400 gemas
- Criar com pó de cartas: 600 de pó
- Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).
Fontes
- Caboclo-d'água — Wikipédia
- Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo