Tupi · Nº 001

Boitatá, Serpente de Fogo

Mito real

Boitatá, Serpente de Fogo
Seus olhos são os de todos que tentaram queimar a mata.
Raridade
Lendária
Categoria
Monstro
ATK
3200
DEF
2700
Nível
9
Tipo
Serpente
Elemento
Fogo
Constelações
Sol · Leviatã

O mito

O Boitatá é uma das figuras mais antigas registradas no Brasil. Em 1560, em carta escrita em São Vicente, o jesuíta José de Anchieta descreveu o baetatá, a "coisa de fogo": um facho luminoso que corria à noite, sobretudo perto do mar e dos rios, e que os povos tupi da costa temiam. O nome junta palavras tupi para coisa ou cobra e para fogo, tatá. Com os séculos, virou uma grande serpente de fogo que protege matas e campos contra quem os incendeia. No Rio Grande do Sul, Simões Lopes Neto registrou a cobra que, numa cheia escura, comeu os olhos dos bichos mortos e ficou luminosa.

Por que tem esse poder

Lendária de nível 9, com ATK 3200 e DEF 2700, o Boitatá é o fogo que vigia o fogo: por isso é Serpente do elemento Fogo. Sol lembra o facho de luz que Anchieta descreveu; Leviatã, a cobra das águas e da grande cheia da versão gaúcha. É uma rima antiga do jogo: nasce da fusão da Serpente-Fumaça da Queimada com o Curupira.

Curiosidade

Muitos estudiosos ligam o Boitatá aos fogos-fátuos, as luzes que aparecem em brejos e campos à noite.

Ligações

Onde conseguir

  • Oferenda Diária: 0,0035% por pacote (Lendária 0,03% por carta)
  • Pacote do Viajante: 0,014% por pacote · 0,084% no pacote temático (Lendária 0,05% por carta)
  • Relicário de Bronze: 0,028% por pacote · 0,17% no pacote temático (Lendária 0,1% por carta)
  • Relicário de Prata: 0,099% por pacote · 0,59% no pacote temático (Lendária 0,4% por carta)
  • Relicário de Ouro: 0,23% por pacote · 1,4% no pacote temático (Lendária 1% por carta)
  • Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,21% dos dias · 6.000 gemas
  • Criar com pó de cartas: 4.800 de pó
  • Nasce da fusão de: Serpente-Fumaça da Queimada + Curupira, o Guardião da Mata

Fontes

  1. Boitatá — Wikipedia
  2. Dicionário do Folclore Brasileiro — Luís da Câmara Cascudo