Nórdica · Nº 065

Mara, Cavaleira de Pesadelos

Mito real

Mara, Cavaleira de Pesadelos
Senta no peito de quem dorme e cavalga seus sonhos.
Raridade
Comum
Categoria
Monstro
ATK
1400
DEF
1100
Nível
4
Tipo
Morto-Vivo
Elemento
Vento
Constelações
Pena · Escaravelho

O mito

A mara é um espírito do folclore nórdico que se senta no peito de quem dorme e provoca pesadelos; a própria palavra inglesa nightmare e a norueguesa mareritt, cavalgada da mara, vêm dela. A história mais antiga está na Saga dos Ynglingos, de Snorri: o rei sueco Vanlandi prometeu voltar para a esposa na Finlândia e não voltou. Ela pagou a uma feiticeira, que enviou uma mara. Quando o rei adormeceu, a mara o pisoteou e o sufocou até a morte. O folclore posterior diz que a mara também cavalgava cavalos à noite.

Por que tem esse poder

Comum de nível 4 com ATK 1400 e DEF 1100: ataca quando a vítima está indefesa. Morto-Vivo de elemento Vento, pois é leve como o ar da noite, sob Pena e Escaravelho. Boa atacante no começo do duelo, e peça para decks de Mortos-Vivos.

Curiosidade

Em partes da Escandinávia, cavalos encontrados suados e de crina embaraçada de manhã eram tidos como cavalgados pela mara.

Ligações

  • No deck de Ingrid Caçadora de Gelo
  • No deck de Thorvald Quilha-Negra
  • No deck de Halvard, o Corvo Cinzento

Onde conseguir

  • Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
  • Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
  • Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
  • Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
  • Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
  • Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
  • Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
  • Criar com pó de cartas: 40 de pó
  • Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).

Fontes

  1. Heimskringla: The Ynglinga Saga — Samuel Laing (trad./trans.)