Nórdica · Nº 056
Elfo da Luz de Álfheimr
Mito real

Mais belos que o sol e mais antigos que a lua.
- Raridade
- Comum
- Categoria
- Monstro
- ATK
- 1000
- DEF
- 1100
- Nível
- 3
- Tipo
- Divindade
- Elemento
- Luz
- Constelações
- Sol · Coroa
O mito
Os ljósálfar, elfos da luz, aparecem na Edda em Prosa. Snorri diz que em Álfheimr vivem os elfos da luz, mais belos que o sol, enquanto os elfos escuros moram debaixo da terra e são mais negros que o piche. Nos poemas antigos, os elfos são citados ao lado dos Æsir e dos Vanir, e havia sacrifícios em sua honra, o álfablót. Álfheimr, segundo o Grímnismál, foi dado ao deus Freyr como presente pelo primeiro dente. Estudiosos notam que a divisão clara entre elfos de luz e de escuridão pode ter influência cristã.
Por que tem esse poder
Comum de nível 3 com ATK 1000 e DEF 1100: gracioso e resistente. Elemento Luz, dos seres mais belos que o sol, sob Sol e Coroa. No jogo é uma Divindade menor, o que permite equipar o Cinto de Força e somar 700 de ATK e DEF.
Curiosidade
Em nórdico antigo, dar um presente pelo primeiro dente de uma criança se chamava tannfé, e Álfheimr foi o tannfé de Freyr.
Ligações
- No deck de Sigrun Filha das Runas
- No deck de Freydís, Guardiã de Yggdrasil
Onde conseguir
- Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
- Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
- Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
- Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
- Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
- Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
- Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
- Criar com pó de cartas: 40 de pó
- Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).
Fontes
- alver – mytologiske vesener — Store norske leksikon
- Elves & Dwarves in Norse Mythology — Irina-Maria Manea
- The Prose Edda: Gylfaginning — Arthur Gilchrist Brodeur (trad./trans.)