Nórdica · Nº 027

Regin, o Ferreiro Rancoroso

Mito real

Regin, o Ferreiro Rancoroso
Forjou a espada que mataria o próprio irmão.
Raridade
Comum
Categoria
Monstro
ATK
1000
DEF
1100
Nível
3
Tipo
Guerreiro
Elemento
Fogo
Constelações
Sol · Martelo

O mito

Regin é o ferreiro que criou Sigurd. No Reginsmál e na Saga dos Volsungos, ele conta a origem do ouro amaldiçoado: os deuses mataram seu irmão Ótr, pagaram a indenização com o tesouro de Andvari, e o outro irmão, Fáfnir, matou o pai e fugiu com tudo, virando dragão. Regin forjou para Sigurd a espada Gram a partir dos pedaços da espada de Sigmund e o levou a matar Fáfnir. Depois tramou matar o próprio Sigurd, mas os pássaros avisaram o herói, que cortou a cabeça do ferreiro.

Por que tem esse poder

Comum de nível 3 com ATK 1000 e DEF 1100: um ferreiro, não um campeão. O elemento Fogo é o da forja, e Sol e Martelo são as constelações dos guerreiros e do ofício. Seu valor está na rima: fundido com qualquer Dragão, desperta Fáfnir, o irmão transformado.

Curiosidade

Segundo a saga, as duas primeiras espadas que Regin fez para Sigurd se partiram no primeiro golpe na bigorna.

Ligações

Onde conseguir

  • Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
  • Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
  • Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
  • Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
  • Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
  • Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
  • Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
  • Criar com pó de cartas: 40 de pó
  • Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).

Fontes

  1. Regin — Encyclopaedia Britannica
  2. The Poetic Edda: Reginsmol — Henry Adams Bellows (trad./trans.)
  3. The Story of the Volsungs, ch. XIV: Regin's tale of his Brothers — William Morris & Eiríkr Magnússon (trad./trans.)