Nórdica · Nº 016

Serpente das Rajadas do Norte

Criação do MYTHENOR — Tema: Tema original: uma serpente do vento, ligada ao gigante-águia Hræsvelgr, de cujas asas nasce o vento nos mitos.

Serpente das Rajadas do Norte
Voa sem asas, carregada pelo vento que ela mesma sopra.
Raridade
Comum
Categoria
Monstro
ATK
1750
DEF
1200
Nível
5
Tipo
Serpente
Elemento
Vento
Constelações
Pena · Leviatã

O mito

Nos mitos nórdicos, o vento tem origem conhecida: no poema Vafþrúðnismál, Odin pergunta de onde ele vem, e o gigante responde que Hræsvelgr, um gigante em forma de águia, está sentado no fim do céu, e o bater de suas asas sopra o vento sobre os homens. As serpentes, por sua vez, vivem no mar ou sob as raízes da árvore do mundo. Nenhuma fonte fala de uma serpente que voa sem asas. A Serpente das Rajadas do Norte é uma criação do MYTHENOR que imagina o vento de Hræsvelgr ganhando corpo.

Por que tem esse poder

Comum de nível 5 com ATK 1750 e DEF 1200, o maior ataque entre as serpentes comuns. Elemento Vento, sob Pena, a constelação do voo, e Leviatã, a das grandes serpentes. É rápida e agressiva, mas a guarda baixa a deixa exposta a armadilhas.

Curiosidade

O nome Hræsvelgr significa devorador de cadáveres, e ele aparece também no Códice do Rei da Edda Poética.

Ligações

  • No deck de Thorvald Quilha-Negra

Onde conseguir

  • Oferenda Diária: 0% por pacote (Comum 64% por carta)
  • Pacote de Boas-vindas: 0,97% por pacote (Comum 70% por carta)
  • Pacote do Viajante: 0,88% por pacote · 5,2% no pacote temático (Comum 64% por carta)
  • Relicário de Bronze: 0,86% por pacote · 5,1% no pacote temático (Comum 62% por carta)
  • Relicário de Prata: 0,67% por pacote · 4% no pacote temático (Comum 49% por carta)
  • Relicário de Ouro: 0,46% por pacote · 2,7% no pacote temático (Comum 33% por carta)
  • Vitrine diária: Aparece em cerca de 0,69% dos dias · 150 ouro
  • Criar com pó de cartas: 40 de pó
  • Travessia dos Mitos: Pode ser oferecida como recompensa durante uma travessia (a carta fica no deck da travessia).

Fontes

  1. The Poetic Edda: Vafthruthnismol — Henry Adams Bellows (trad./trans.)